Desde o início deste fantástico Blog que penso não ter havido quem se referisse a esse ícone do jornalismo desportivo nacional chamado Victor Pinto, mais vulgarmente conhecido, pelo "Gajo que não pára de refilar com os colegas de equipa mesmo quando quem faz merda é ele próprio" (pela enorme extensão deste nome informamos que iremos daqui adiante apenas o tratar por Victor).
Dado que Victor merece, no mínimo, o mesmo "tempo de antena" que os restantes craques do Outeiro de Polima Futebol Clube (OPFC), optei por trazer para este blog algumas considerações sobre o pseudo craque que se auto-intitula, com humildade, como o maior jogador de todos os tempos a pisar o relvado do OPFC.
Tal como Dom. Quixote, Victor está constantemente a lutar contra os moinhos imaginários no campo do OPFC, tudo está mal, é o Inglês que não corre, é o Mário que passado 2 minutos de jogo parece que está a jogar há 2 horas, é o Rogério que tenta, no mínimo, 10 chapéus por jogo, é o Laranjeira que tem culpa em todos os golos (mesmo que não esteja a jogar), é o Alemão que chuta como uma menina (prometo que este será o próximo tema que irei abordar), é o Toni que não passa a bola, é o Pita que corre muito mas para o lado errado, é o Portela que só dá porrada, é o Nicholas que não joga nada, é o João que não aparece, e esta lista podia continuar...
O importante é que só um jogador joga sempre bem, só um jogador chega sempre a horas, só um jogador sabe passar, rematar, defender...só um jogador nunca tem culpa dos golos sofridos, só um jogador defende como Petr Cech e ataca como Didier Drogba... e esse jogador fantástico é Victor Pinto...
Chega, alguém tem de pôr o dedo na ferida, de abrir os olhos a esta vedeta na conversa mas de pouca eficácia no campo, chega de discutir culpas nos golos, chega de contar quem marca mais, chega de ser o último a escolher o colete só para tentar ficar na melhor equipa, chega de empurrar o Zé Guedes para a outra equipa, Victor...tu não és o Special One, és simplesmente... o gajo que marca o campo.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário