JOÃO 600 – Ainda não descobrimos…
MÁRIO PINTO – Refilar com Laranjeira
ZÉ GUEDES – Uma força para dar e vender
RAFA – Incapacidade para se lesionar
INGLÊS – Ofender os colegas de equipa
PITA – Parece um burro atrás da cenoura
RUI SÉRGIO – Um pé esquerdo a fazer lembrar Ryan Giggs
VICTOR PINTO – Classe em movimento
RUSSO – Pontualidade
ALEMÃO – Potência de remate
ROGÉRIO – Espírito de sacrifício. Faz o vaivém a um ritmo impressionante, mas só do meio-
campo para a frente
PORTELA – Enorme Fair-play. Raramente faz uma falta.
TONI – O bombardeiro de Oeiras.
LARANJEIRA – Elegância em todos os sentidos
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Emoções de volta a Outeiro de Polima
Depois das zaragatas verbais, aguarda-se com grande expectativa a resposta de Rogério Pinto a Toni, mas Zé Guedes promete calar a boca a Mário Pinto e companhia. Ao que tudo indica, João 600 vai continuar a primar pela sua ausência para contentamento dos amantes do futebol-espectáculo.
OJOGO
Zé Guedes: «Deus é o único que acredita em mim»
ABOLA
Toni: «Rogério não faz falta e devia deixar de vez o futebol»
RECORD
Inglês: «Ao lado de Laranjeira posso brilhar como um raio de Luz»
Maisfutebol
Mário Pinto: «Eu e Laranjeira entendemo-nos às mil maravilhas»
O Crime
Victor Pinto: «Zé Guedes à baliza faz-nos recordar os tempos de Gustavo Bossio»
OJOGO
Zé Guedes: «Deus é o único que acredita em mim»
ABOLA
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RECORD
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Maisfutebol
Mário Pinto: «Eu e Laranjeira entendemo-nos às mil maravilhas»
O Crime
Victor Pinto: «Zé Guedes à baliza faz-nos recordar os tempos de Gustavo Bossio»
Fase Final do Campeonato da Europa

Portugal e mais seis adversários podem sonhar com o título
Falta apenas um mês para chegar 2008, ano que assinalará a realização da 13. ª edição da fase final do Campeonato da Europa, prova que vai arrancar a 7 de Junho sob a organização da Áustria e Suíça (os países anfitriões da competição). Por jogarem em casa, austríacos e helvéticos vão apresentar-se no relvado com uma força extra, mas seguramente não serão os principais adversários de Portugal na luta pelo título europeu, actualmente na posse da Grécia. Das 16 equipas, divididas em quatro grupos de quatro, que vão estar em acção na prova mais importante do “Velho Continente”, há como sempre quem se apresentará com mais argumentos teóricos para conquistar o prestigiado troféu em homenagem ao antigo dirigente francês Henri Dalaunay. Assim, e analisando a história e o presente, consideramos que, além de Portugal (vice-campeão da Europa e 4.º classificado no Mundial), existem seis selecções que, pelo seu valor competitivo, partirão mais à frente que as restantes para alcançarem o título. E uma dessas seis selecções é, como não podia deixar de ser, a Itália que, realista e eficaz como é seu timbre, foi 100 por cento produtiva nos momentos decisivos da fase de qualificação, vencendo os quatro últimos jogos do seu grupo (chegou a última jornada já com o apuramento garantido, tendo apenas perdido sete pontos em 12 jogos).
A selecção transalpina poderá mesmo ser vista como a principal candidata ao título, uma vez que possui um conjunto de jogadores com hábitos de vitória em grandes palcos, devendo contar no próximo Europeu, se não surgir nenhum contratempo, com mais de 10 jogadores que foram campeões do Mundo em 2006 – Buffon, Cannavaro, Grosso, Materazzi, Oddo, Zambrotta, Pirlo, Gattuso, Luca Toni, Gilardino e Iaquinta. A história demonstra que “squadra azzurra” raramente deixa de vencer quando joga bem e muito dificilmente perde quando joga mal, e esta velha tendência faz dela um crónico candidato às vitórias. Outra grande virtude que o actual campeão do Mundo vem demonstrado ao longo dos anos é que, independentemente dos anos, nunca perde a imagem de uma equipa tacticamente rigorosa na defesa e venenosa na arte do contra-ataque.
Concorrente directo da Itália no grupo B, a França tem também de estar no lote dos grandes favoritos porque provou que consegue continuar estar entre os melhores sem Zidane e porque também tem campeões nas suas fileiras. A equipa do controverso Raymond Domenech, que totalizou menos três pontos dos italianos, tem na defesa o seu grande ponto forte – foi a par da República Checa a equipa que menos golos sofreu (5) – e tal como a equipa transalpina deverá poder contar no Europeu 2008 com seis jogadores habituados a vencer nas grandes competições internacionais, como são os casos de Thuram, Makelele, Patrick Vieira, Trezeguet, Henry e Anelka (todos estes jogadores foram campeões europeus e vice-campeões do Mundo). De realçar também o facto de a França continuar a produzir jovens de grande futuro – Benzema, Toulalan e Ben Arfa - que poderão explodir no Euro por terem o apoio de uma retaguarda forte e dos referidos jogadores experientes da equipa. Diríamos que falta apenas um jogador que imite bem Zidane (será que algum dia vai haver?) para que esta França não tenha pontos fracos.
A selecção transalpina poderá mesmo ser vista como a principal candidata ao título, uma vez que possui um conjunto de jogadores com hábitos de vitória em grandes palcos, devendo contar no próximo Europeu, se não surgir nenhum contratempo, com mais de 10 jogadores que foram campeões do Mundo em 2006 – Buffon, Cannavaro, Grosso, Materazzi, Oddo, Zambrotta, Pirlo, Gattuso, Luca Toni, Gilardino e Iaquinta. A história demonstra que “squadra azzurra” raramente deixa de vencer quando joga bem e muito dificilmente perde quando joga mal, e esta velha tendência faz dela um crónico candidato às vitórias. Outra grande virtude que o actual campeão do Mundo vem demonstrado ao longo dos anos é que, independentemente dos anos, nunca perde a imagem de uma equipa tacticamente rigorosa na defesa e venenosa na arte do contra-ataque.
Concorrente directo da Itália no grupo B, a França tem também de estar no lote dos grandes favoritos porque provou que consegue continuar estar entre os melhores sem Zidane e porque também tem campeões nas suas fileiras. A equipa do controverso Raymond Domenech, que totalizou menos três pontos dos italianos, tem na defesa o seu grande ponto forte – foi a par da República Checa a equipa que menos golos sofreu (5) – e tal como a equipa transalpina deverá poder contar no Europeu 2008 com seis jogadores habituados a vencer nas grandes competições internacionais, como são os casos de Thuram, Makelele, Patrick Vieira, Trezeguet, Henry e Anelka (todos estes jogadores foram campeões europeus e vice-campeões do Mundo). De realçar também o facto de a França continuar a produzir jovens de grande futuro – Benzema, Toulalan e Ben Arfa - que poderão explodir no Euro por terem o apoio de uma retaguarda forte e dos referidos jogadores experientes da equipa. Diríamos que falta apenas um jogador que imite bem Zidane (será que algum dia vai haver?) para que esta França não tenha pontos fracos.
O renascimento grego
Outra selecção servida por campeões é a Grécia que, pelo facto de ser campeã europeia em título e (sobretudo) por ter feito uma fase de qualificação de grande qualidade, apresenta uma força mental que a empurra para o lote dos principais candidatos à vitória (o conjunto de Otto Rehhagel venceu o grupo C, apurando-se para o Europeu 2008 a duas jornadas do fim, tendo apenas perdido cinco pontos, um registo deveras notável tendo em conta que no seu grupo estavam duas selecções acima da média, a Turquia e a Noruega). A formação helénica está a demonstrar a segurança defensiva que lhe permitiu alcançar há três anos a glória em Portugal e capacidade de superação e pragmatismo nos jogos fora, como comprovam as vitórias na Turquia (1-0) e na Hungria (2-1). Tal como no Euro 2004, partirá para a grande competição de 2008 sem nenhuma figura de destaque no futebol europeu, valendo essencialmente pelo colectivo (o facto de o melhor marcador da equipa - Gekas - ter apontado apenas 5 golos de um total de 25, é um bom exemplo da sua forte imagem colectiva).
Não tem uma geração de campeões nos seus quadros, mas em virtude dos seus tradicionais grandes argumentos ofensivos, a Holanda é a outra equipa com direito a estar no grupo dos mais habilitados à conquista do Euro por ameaçar quase sempre ser uma laranja mecânica para a concorrência nos grandes palcos. Contudo, face ao seu percurso irregular na fase de qualificação, não está de momento tão consistente como por exemplo a Itália ou a França (os holandeses tiveram muitos altos e baixos em termos exibicionais, de que são claros exemplos a vitória tangencial, em casa, frente ao modesto Luxemburgo, por 1-0, com uma actuação muito discreta, e o triunfo, por 2-0, diante da Bulgária, com uma actuação de grande nível). Aliás, essa irregularidade acabaria por empurrar a equipa holandesa para a segunda posição do seu grupo (G), que seria ganho pela Roménia. Alemanha cada vez mais forteFalta actualmente à Holanda um n.º10 que faça a diferença e também um líder como era Gullit , Rijkaard, Ronald Koeman e Frank De Boer, mas dada a impressionante qualidade dos actuais extremos (Van der Vaart, Robben e Sneijder) e dos atacantes (Van Nistelrooy, Dirk Kuyt e Van Persie), e do fervoroso apoio dos seus adeptos (normalmente os mais espectaculares nos campeonatos da Europa) a selecção laranja sempre pode tornar-se mecânica.
Transportando o excelente rendimento demonstrado no Mundial 2006, que organizou, a Alemanha é para o Kaiser Franz Beckenbauer a melhor selecção da Europa da actualidade. A opinião do melhor jogador alemão de todos os tempos é de suspeitar, mas não temos dúvidas de que pela sua forte tendência para se agigantar nos grandes eventos e por possuir a melhor geração de jogadores desde 2000, a Alemanha é um mais um candidato de respeito à vitória no Euro2008. O conjunto de Joachim Low fez uma fase de qualificação tranquilíssima, alcançando cedo o apuramento muito por culpa do seu poderoso ataque, que produziu qualquer coisa como 35 golos (destacadamente o melhor ataque na fase de apuramento). Philipp Lahm, Podolski, Schweinsteiger, Kuranyi e Mertesacker personificam o renovado futebol alemão, que parecia entrar em crise depois do insucesso no Euro2004. Se o experiente médio-ofensivo Ballack estiver em forma no Euro 2008 (falhou grande parte dos jogos na fase de qualificação), será difícil encontrar-se um ponto fraco na equipa germânica, que consegue chegar à área adversário com muita frequência (79 remates à baliza na fase de qualificação, um registo que só foi superado pela França e Rep. Checa).
É um facto que costuma vacilar nos grandes eventos internacionais – o melhor que conseguiu desde 1984 foi alcançar a final de um Europeu -, mas a Espanha, pela qualidade individual dos seus jogadores, por possuir a segunda Liga mais competitiva da Europa e por ter demonstrado força nos momentos decisivos na fase de qualificação (vitórias nos últimos quatro jogos) deve ser igualmente colocada no lote dos mais capazes à vitória no Euro2008. Ficar à frente da Suécia e da Dinamarca, marcar 23 golos e sofrer apenas oito, são marcas de respeito dos nuestros hermanos, que muito possivelmente possui o meio-campo mais talentoso da actualidade no futebol europeu com Fabregas, Xavi e Iniesta. A Falta de poder de choque e de um bom recuperador de bolas poderão, todavia, vir a ser um duro obstáculo.
ITÁLIA
Pontos fortes: - Campeão do Mundo- Pragmatismo- Solidez defensiva
Classif Fase Qualif – Primeiro (29 pts/12 jogos – 9V, 2E,1D)
Equipa Tipo: Buffon; Panucci, Cannavaro, Nesta e Zambrotta; Camoronesi, Gattuso, Ambrosini e Pirlo; Luca Toni e Di Natale
Outra selecção servida por campeões é a Grécia que, pelo facto de ser campeã europeia em título e (sobretudo) por ter feito uma fase de qualificação de grande qualidade, apresenta uma força mental que a empurra para o lote dos principais candidatos à vitória (o conjunto de Otto Rehhagel venceu o grupo C, apurando-se para o Europeu 2008 a duas jornadas do fim, tendo apenas perdido cinco pontos, um registo deveras notável tendo em conta que no seu grupo estavam duas selecções acima da média, a Turquia e a Noruega). A formação helénica está a demonstrar a segurança defensiva que lhe permitiu alcançar há três anos a glória em Portugal e capacidade de superação e pragmatismo nos jogos fora, como comprovam as vitórias na Turquia (1-0) e na Hungria (2-1). Tal como no Euro 2004, partirá para a grande competição de 2008 sem nenhuma figura de destaque no futebol europeu, valendo essencialmente pelo colectivo (o facto de o melhor marcador da equipa - Gekas - ter apontado apenas 5 golos de um total de 25, é um bom exemplo da sua forte imagem colectiva).
Não tem uma geração de campeões nos seus quadros, mas em virtude dos seus tradicionais grandes argumentos ofensivos, a Holanda é a outra equipa com direito a estar no grupo dos mais habilitados à conquista do Euro por ameaçar quase sempre ser uma laranja mecânica para a concorrência nos grandes palcos. Contudo, face ao seu percurso irregular na fase de qualificação, não está de momento tão consistente como por exemplo a Itália ou a França (os holandeses tiveram muitos altos e baixos em termos exibicionais, de que são claros exemplos a vitória tangencial, em casa, frente ao modesto Luxemburgo, por 1-0, com uma actuação muito discreta, e o triunfo, por 2-0, diante da Bulgária, com uma actuação de grande nível). Aliás, essa irregularidade acabaria por empurrar a equipa holandesa para a segunda posição do seu grupo (G), que seria ganho pela Roménia. Alemanha cada vez mais forteFalta actualmente à Holanda um n.º10 que faça a diferença e também um líder como era Gullit , Rijkaard, Ronald Koeman e Frank De Boer, mas dada a impressionante qualidade dos actuais extremos (Van der Vaart, Robben e Sneijder) e dos atacantes (Van Nistelrooy, Dirk Kuyt e Van Persie), e do fervoroso apoio dos seus adeptos (normalmente os mais espectaculares nos campeonatos da Europa) a selecção laranja sempre pode tornar-se mecânica.
Transportando o excelente rendimento demonstrado no Mundial 2006, que organizou, a Alemanha é para o Kaiser Franz Beckenbauer a melhor selecção da Europa da actualidade. A opinião do melhor jogador alemão de todos os tempos é de suspeitar, mas não temos dúvidas de que pela sua forte tendência para se agigantar nos grandes eventos e por possuir a melhor geração de jogadores desde 2000, a Alemanha é um mais um candidato de respeito à vitória no Euro2008. O conjunto de Joachim Low fez uma fase de qualificação tranquilíssima, alcançando cedo o apuramento muito por culpa do seu poderoso ataque, que produziu qualquer coisa como 35 golos (destacadamente o melhor ataque na fase de apuramento). Philipp Lahm, Podolski, Schweinsteiger, Kuranyi e Mertesacker personificam o renovado futebol alemão, que parecia entrar em crise depois do insucesso no Euro2004. Se o experiente médio-ofensivo Ballack estiver em forma no Euro 2008 (falhou grande parte dos jogos na fase de qualificação), será difícil encontrar-se um ponto fraco na equipa germânica, que consegue chegar à área adversário com muita frequência (79 remates à baliza na fase de qualificação, um registo que só foi superado pela França e Rep. Checa).
É um facto que costuma vacilar nos grandes eventos internacionais – o melhor que conseguiu desde 1984 foi alcançar a final de um Europeu -, mas a Espanha, pela qualidade individual dos seus jogadores, por possuir a segunda Liga mais competitiva da Europa e por ter demonstrado força nos momentos decisivos na fase de qualificação (vitórias nos últimos quatro jogos) deve ser igualmente colocada no lote dos mais capazes à vitória no Euro2008. Ficar à frente da Suécia e da Dinamarca, marcar 23 golos e sofrer apenas oito, são marcas de respeito dos nuestros hermanos, que muito possivelmente possui o meio-campo mais talentoso da actualidade no futebol europeu com Fabregas, Xavi e Iniesta. A Falta de poder de choque e de um bom recuperador de bolas poderão, todavia, vir a ser um duro obstáculo.
ITÁLIA
Pontos fortes: - Campeão do Mundo- Pragmatismo- Solidez defensiva
Classif Fase Qualif – Primeiro (29 pts/12 jogos – 9V, 2E,1D)
Equipa Tipo: Buffon; Panucci, Cannavaro, Nesta e Zambrotta; Camoronesi, Gattuso, Ambrosini e Pirlo; Luca Toni e Di Natale
FRANÇA
Pontos fortes: - Experiência de jogadores nucleares- Equipa com vários campeões da Europa- Forte poder atlético
Classif Fase Qualif – Segundo (26 pts/12 jogos – 8V, 2E,2D)
Equipa Tipo: Coupet; Abidal, Gallas, Thuram e Squilacci; Vieira, Malouda, Toulalan, e Ribéry; Anelka e Henry
Pontos fortes: - Experiência de jogadores nucleares- Equipa com vários campeões da Europa- Forte poder atlético
Classif Fase Qualif – Segundo (26 pts/12 jogos – 8V, 2E,2D)
Equipa Tipo: Coupet; Abidal, Gallas, Thuram e Squilacci; Vieira, Malouda, Toulalan, e Ribéry; Anelka e Henry
ESPANHA
Pontos fortes: - Médio-campo criativo- A inteligência dos atacantes- Nível de entrosamento
Classif Fase Qualif – Primeiro (28 pts/12 jogos – 9V, 1E,2D)
Equipa Tipo: Casillas; Puyol, Sérgio Ramos, Marchena e Capdevilla; Iniesta, Fabregas, Albelda e Xavi; Raúl e David Villa
Pontos fortes: - Médio-campo criativo- A inteligência dos atacantes- Nível de entrosamento
Classif Fase Qualif – Primeiro (28 pts/12 jogos – 9V, 1E,2D)
Equipa Tipo: Casillas; Puyol, Sérgio Ramos, Marchena e Capdevilla; Iniesta, Fabregas, Albelda e Xavi; Raúl e David Villa
HOLANDA
Pontos fortes: - Avançados de luxo- Extremos dinâmicos- Guarda-redes de top mundial
Classif Fase Qualif – Segundo (26 pts/12 jogos – 8V, 2E,2D)
Equipa Tipo: Van der Sar; Melchiot, Mathijsen, Bouma e Van Bronckhorst; Heitinga, Sneijder, Seedorf, Van der Vaart; Van Nistelrooy e Van Persie
Pontos fortes: - Avançados de luxo- Extremos dinâmicos- Guarda-redes de top mundial
Classif Fase Qualif – Segundo (26 pts/12 jogos – 8V, 2E,2D)
Equipa Tipo: Van der Sar; Melchiot, Mathijsen, Bouma e Van Bronckhorst; Heitinga, Sneijder, Seedorf, Van der Vaart; Van Nistelrooy e Van Persie
GRÉCIA
Pontos fortes: - A auto-estima de ser Campeão da Europa- Coesão colectiva- Contra-ataque
Classif Fase Qualif – Primeiro (31 pts/12 jogos – 10V, 1E,1D)
Equipa Tipo: Chalkias; Seitaridis, Patsaoglou, Kyrgiakos, Dellas; Basinas, Karagounis, Tarosidis, Katsouranis e Salpingidis; Gekas
Pontos fortes: - A auto-estima de ser Campeão da Europa- Coesão colectiva- Contra-ataque
Classif Fase Qualif – Primeiro (31 pts/12 jogos – 10V, 1E,1D)
Equipa Tipo: Chalkias; Seitaridis, Patsaoglou, Kyrgiakos, Dellas; Basinas, Karagounis, Tarosidis, Katsouranis e Salpingidis; Gekas
ALEMANHA
Pontos fortes: - Capacidade ofensiva- Meia-distância- Nível de entrosamento
Classif Fase Qualif – Segundo (27 pts/12 jogos – 8V, 3E,1D)
Equipa Tipo: Hildbrand; Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm; Schneider, Schweinsteiger, Frings e Ballack; Klose e Podolski
Pontos fortes: - Capacidade ofensiva- Meia-distância- Nível de entrosamento
Classif Fase Qualif – Segundo (27 pts/12 jogos – 8V, 3E,1D)
Equipa Tipo: Hildbrand; Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm; Schneider, Schweinsteiger, Frings e Ballack; Klose e Podolski
Undertaker
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Testosterona a mais......e qualidade a menos!

Antes de mais queria saudar esta excelente iniciativa informativa e a criação deste espaço, já merecido, que vem continuar a discussão iniciada ao Domingo....Um grande bem haja!
Dito isto apraz-me constatar que quando se juntam 14 espécimes da tão conceituada raça "macho latino" é de esperar muita discussão, arrufos físicos e nervos á flor da pele!
Mas meus amigos....no meio disto tudo, pergunto,...onde está a qualidade futebolistica outrora demonstrada por estes bravos garanhões?!?! Onde estão aquelas magníficas jogadas que já levantaram em extâse o estádio de Outeiro de Polima? Aquelas que fizeram os moradores dos prédios circundantes não arredarem pé da janela rendidos ao nossos dotes futebolisticos.....?!?!?!
Confesso que é com alguma nostalgia que publico este post, não para tentar descobrir a nossa perdida fonte da juventude, mas antes para "abanar" a consciência de cada um em particular e de todos em geral........sabendo que depende apenas de nós para que esses gloriosos tempos voltem....e quem sabe com mais e melhor qualidade!
P.S.: Não queria deixar passar em claro o estado deplorável com que nos foram apresentados os coletes.....e ninguém me tira da ideia que aquele cheiro a fumo era de "ganza".....e da boa, a julgar pela sonolência apresentada pelos jogadores durante hora e meia de uso dos mesmos!
Um abraço para todos, sem excepção, mas em especial para o Victor Pinto....por tudo o que representa no seio do grupo!
Dito isto apraz-me constatar que quando se juntam 14 espécimes da tão conceituada raça "macho latino" é de esperar muita discussão, arrufos físicos e nervos á flor da pele!
Mas meus amigos....no meio disto tudo, pergunto,...onde está a qualidade futebolistica outrora demonstrada por estes bravos garanhões?!?! Onde estão aquelas magníficas jogadas que já levantaram em extâse o estádio de Outeiro de Polima? Aquelas que fizeram os moradores dos prédios circundantes não arredarem pé da janela rendidos ao nossos dotes futebolisticos.....?!?!?!
Confesso que é com alguma nostalgia que publico este post, não para tentar descobrir a nossa perdida fonte da juventude, mas antes para "abanar" a consciência de cada um em particular e de todos em geral........sabendo que depende apenas de nós para que esses gloriosos tempos voltem....e quem sabe com mais e melhor qualidade!
P.S.: Não queria deixar passar em claro o estado deplorável com que nos foram apresentados os coletes.....e ninguém me tira da ideia que aquele cheiro a fumo era de "ganza".....e da boa, a julgar pela sonolência apresentada pelos jogadores durante hora e meia de uso dos mesmos!
Um abraço para todos, sem excepção, mas em especial para o Victor Pinto....por tudo o que representa no seio do grupo!
O verdadeiro MATADOR09
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Comentário ao Jogo de Domingo (Fonte: A Bola)

Jogou-se no passado dia 25 de Novembro o Derbi de Outeiro de Polima que mais parecia um derbi uruguaio tanta foi a porrada verbal que existiu. O desfecho foi injusto para a equipa dos coletes azuis que massacrou a equipa adversária não conseguindo, no entanto, materializar em golos as inúmeras oportunidades conseguidas. Sentia-se que se o jogo tivesse mais 3 minutos que a equipa azul iria pôr justiça no resultado. A justificação do treinador azul no que respeita ao jogo foi a mã arbitragem e o cheiro dos coletes.Apreciações Individuais:
Azuis
Victor Pinto - Em baixo de forma, o veterano central que fez glória na equipa do Eurofornos. continua no entanto a ser o jogador que mais puxa pelos colegas o que no fim continua a ser visto como prejudicial para a própria equipa. Os companheiros já lhe chamam o "Trezentos" dado que é este o número de vezes que refila por falhas dos companheiros.
Mário Pinto - O velho Capitão já não aguenta a pedalada dos "jogos" de Sábado à noite e por isso chega a Domingo de manhã ainda com a mão feita para o jogo da moeda. Muita luta mas continua a prever-se o final em breve da carreira deste jogador.
Zé Guedes - O motor da equipa, um poço de força, de velocidade e de capacidade de remate. Falou-se no interesse do benfica para colmatar as exibições de Luis Filipe mas a equipa dos Azuis não vai largar esta pérola dos relvados tão cedo.
Inglês - Embora não na melhor forma, o pensador do jogo dos azuis continua a ser o rei das assistências e de golos da sua equipa. Voos mais altos se prevêem. Prejudicado pelos jogos de sábado à noite nem sempre pode ser o carregador de piano da equipa e quando não aparece já se sabe que a equipa perde.
Laranjeira - O jogador com a maior barriga em campo continua a falar mais do que joga. Perdido em campo, necessita de apuro físico para estar ao nível dos restantes companheiros.
Pita - O TGV cabeça branca corre mas quase sempre na direcção errada. Jogou nas 2 equipas e para variar não se notou em nenhuma delas.
Rogério - Pouco esforçado, ainda com a cabeça no empate do sporting abandonou o campo após troca de impressões com adversário. Esperemos que o duche lhe tenha feito bem. De resto, a capacidade de remate continua intacta embora as recuperações defensivas sejam lastimáveis.
Amarelos
Rui Sérgio - O Panzer continua a ganhar todas as bolas divididas e a está a melhorar a sua forma. O Ex-EuroFornos parece querer regressar aos velhos tempos.
Russo - O maior caceteiro em campo continua a distribuir porrada por onde passa. Boa forma física a que não é alheia a falta de comparência nos jogos de sábado à noite.
Rafa - O Inzaghi continua a aparecer sem ninguem dar conta dele, outro que não tem jogado no sábado à noite. Resolvidos os problemas físicos a jovem promessa dos amarelos continua ainda a pensar na transferência para outros palcos, nomeadamente a bancada...
Alemão - Uma mistura de Fary e Klinsmann embora só no que de pior têm esses jogadores. O remate potente e colocado continua a ser a sua imagem de marca embora só o aplique em casa quando joga o guelas com a filha.
Toni - em tempos apelidado de balakov agora só nos jogos de sábado à noite o consegue comprovar. Mais um a necessitar de reforma antecipada...
Luis Inglês - O caçula aprendeu tudo de bom com o irmão mais velho que lhe ensinou a arte. Embora não tão influente consegue a espaços fazer lembrar os tempos em que o irmão era assediado pelas fás de tanto jogar à bola. Bom jogo.
O Incógnito Bulldog
Tanto nervoso miudinho ... e coletes a cheirar a fumo !

Caros companheiros ...
Este domingo assistiu-se ao jogo "mais nervoso" , com toda a gente a discutir com quem estava mais proximo. Não há duvida que já não falta muito para haver sangue..
Ia sugerir que ninguem tome café antes de vir jogar , mas sim um "psicotropico" para virem mais calmos.
Quanto aos coletes a dose repetiu-se agora o incenso era outro ..."Marlboro".
A baliza parecia um bairro de lata , com os coletes pendurados na rede ..que figura tão triste.
Batista Bomb
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Coletes mal cheirosos
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